Projeto EAGLE

Apresentação

Quando foi que perdemos o com.passo?

Aonde estão as chaves?

De minha primeira Grande Visão

Revolucionando a Gestão Teconológica

A Metáfora do Elefante

Em Busca de Equilíbrio e Lucidêz

Cloud Computing

Encarando a nossa realidade

A Informação em Perspectiva

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Índice

Cloud Computing

Do risco da disseminação de equívocos (passados e presentes)

Muito embora saibamos que não poderemos escapar de uma metodologia mais descentralizada (remota) de gerenciamento de recursos de TI [estou me referindo ao “conceito” de Cloud-Computing]; parecemos hesitantes diante de suas [como sempre…] múltiplas ofertas de SaaS, DaaS, IaaS, PaaS [Software/Database /Infrastructure/Platform “as a Service”]. E uma vez mais o âmago na questão se resume ao conceito de “controle”. Aqui, forçosamente delegamos (parte do?) nosso poder de controle (sobre os nossos próprios recursos de TI) aos nossos “parceiros” [providers].

Por que hesitamos? Embora quase nunca o admitamos, conhecemos muito bem a fragilidade de nossos recursos de TI. É como se disséssemos:

Se não estamos tão seguros quanto à confiabilidade, robustez etc. de nossos processos, produtos e serviços aqui (in-doors), onde (contexto, ambiente) temos um certo controle sobre os mesmos, imagine só quando eles estiverem “nas nuvens”

E estamos totalmente certos em pensar assim. Os nossos “desafios” [desafios nada, são problemas mesmo] só se multiplicariam; e pior, sairiam totalmente de nosso [pseudo/fingido/parcial] controle.

E então, como resolver isso? Antes de mais nada devemos diagnosticar o que acontece – e assumir a verdade dos fatos, por mais dolorosos que sejam.

Acontece que:

  • Não somos (sequer) bons profissionais, já que não produzimos (implementamos, automatizamos etc.) processos, produtos ou serviços de qualidade.

    Não temos controle sobre nossos próprios processos internos de desenvolvimento – ou sobre a alteração (manutenção corretiva/evolutiva) – da “qualidade” (presumida) do que disponibilizamos.

  • Quando as coisas começam a ficar muito complicadas – ou melhor, quando as consequências (lógicas, porém indesejadas) da nossos esforços (individuais e/ou coletivos, pessoais e/ou empresariais) começam a se manifestar – mudamos imediatamente o foco, e passamos a “vender” (defender, implementar, adotar, …) uma nova estratégia/iniciativa/produto/fornecedor/modelo, aparentemente mais “atraente”.

A verdade, pura e simples, é: “pau que nasce torto, morre torto”. Nós não vamos começar a colher morangos se [ou aonde] só plantamos jiló. “Em verdade, em verdade, vos digo:”

Tudo o que o computador pode nos dar é velocidade
[o resto é por nossa conta, e risco].

Ou seja, se os nossos processos de negócio são mal definidos, projetados e/ou implementados; modelá-los e automatizá-los pode até a começar a nos trazer algum vislumbre a respeito da localização de suas vulnerabilidades; mas a menos que sejam séria, cuidadosa e verdadeiramente considerados e contemplados, tudo o que conseguiremos é “colher jiló mais cedo”, e em maior quantidade – já que gastamos menos tempo produzindo-os.

O que é muito bom. É muito bom que nossos erros, falhas e equívocos apareçam logo: o quanto antes melhor. O que não é bom – não resolve nada, e acontece via de regra – é ignorar/mascarar o fato [talvez responsabilizando o colega, a equipe, a outra equipe, a estratégia, o cronograma, a tecnologia, a ferramenta etc.], apenas para salvar “as aparências” [e preservar talvez o nosso emprego / conceito / fama / credibilidade, por mais algum tempo…]

clipNote

Para enfatizar questões pertinentes ao contexto que estamos considerando, eu propositalmente deixei de fora importantes princípios e conceitos de Cloud-Computing que jamais deveriam deixar de ser considerados na eventualidade de sua adoção, tais como support, availability, performance, SLAs etc.

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