Projeto EAGLE

Apresentação

Quando foi que perdemos o com.passo?

Aonde estão as chaves?

De minha primeira Grande Visão

A Informação em Perspectiva

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Contexto, premissas e principais artefatos

Principais processos e responsabilidades

Principais Axiomas e Postulados Estruturais

Sobre scripts, schemas e mapeamento

Principais Axiomas e Postulados Funcionais

O Projeto EAGLE e os Databases

Índice

Principais Axiomas e Postulados Estruturais

O EAGLE deverá contemplar os seguintes requerimentos estruturais:

  • Serão progressivamente implementados, conforme se fizer necessário. Quanto mais tarde melhor [em uma espécie “task late binding”]:
    • A lista numerada da seção anterior,
    • A “Estratégia de Aquiles”,
    • O DGF – Data Governance Framework,
    • O AVF – Asset Versioning Framework e
    • O QAF – Quality Assurance Framework
    • Dentre outros (cf. abaixo, inclusive).
  • O DHTD – Dicionário Hierárquico de Termos e Dados (cf. PTI #2) será implementado como um database (DB), com suas correspondentes interface de usuário (UI), rotinas CRUD – Create Read Update Delete, permissões de acesso etc.; às quais iremos aqui nos referir como DBSA – Database Access Suport Artifacts.
  • O DHTD tem precedência e prevalência sobre os DBs ali registrados (cf. “Calcanhar #2”); ou seja, a estrutura dos DBs depende/deriva do que está registrado no DHTD; que irá mapear os dados ali definidos/especificados a seus respectivos “representantes” no DB (nome [coluna], tipo, largura, formato, metadados, tabela, chaves primárias e estrangeiras, associações,…).
  • O DHTD, além de especificar as associações internas ao DB (por exemplo, como a tabela Clientes se associa à tabela Endereços), também deverá especificar as associações externas ao DB (que sistemas e/ou usuários têm [que tipo de] acesso aos dados). No exemplo do “Calcanhar #1”, devemos definir e configurar os relacionamentos do dado/campo “Cor” com o processo X [read-write], o serviço Y [read-only], e a ferramenta Z [read-write].
  • P3F – Process, Program, Project Framework. Note que, para tanto, X, Y e Z devem ter sido previamente cadastrados (provavelmente em um [outro] DB/repositório que contemple o modelo de classes relacionados a processos, programas e projetos). E isso, é lógico, implica no desenvolvimento de seus respectivos DBSA.
  • CIF – Corporate Infrastructure Framework. Da mesma forma, haverá um DB especializado em [ou dedicado a] dados relacionados à infraestrutura organizacional: unidades, áreas, papéis e pessoas; também com seus DBSA correspondentes.
  • É claro, ainda, que o AVF e o QAF (cf. PTI #4) demandam os seus próprios DBs e DBSA.
  • PGF – Portfolio Governance Framework. E por fim, implementaremos um DB – mais uma vez, com seus respectivos DBSA – “central”, ou principal, de governança; a fim de [1] armazenar dados de configuração geral do EAGLE etc. e [2] definir e coordenar [orquestrar] os dados contidos nos outros DBs, bem como os seus relacionamentos.

E com isso eu acho que conseguimos definir [a grosso modo] a dimensão estrutural do EAGLE, em sua primeira versão MVP (protótipo experimental, apenas, nada mais do que isso, por enquanto), com seus respectivos artefatos de suporte (DBSA).

Além disso, ainda estamos considerando a necessidade de implementar, já no primeiro momento:

  • RGF –Requirements Governance Framework: flexibilidade (cf. primeiro parágrafo após a lista numerada da seção “Antes do início…”). Existem bons sistemas de gestão de requerimentos, como o Doors – Dynamic Object-Oriented Requirements System, o qual nós mesmos poderemos adotar como padrão (default).
  • DGF – Documentation Governance Framework: Controlar e monitorar outros artefatos corporativos, como de documentação e de configuração; planos, templates, standards, casos de uso, de testes, definições/especificações, etc.

Talvez também optemos por decompor o P3F, já que projetos e programas parecem estar mais relacionados a processos de desenvolvimento, com um ciclo de vida mais curto. Processos, ao contrário, tendem a ser o resultado (output) gerados a partir daqueles dois, e têm um ciclo de vida mais longo. Por outro lado, programas também podem ter um ciclo de vida mais longo, como em “Programa de Atualização e Capacitação Profissional”. De qualquer forma, são “entidades” que parecem “habitar” em diferentes “dimensões”, demandando portanto tratamento diferenciado.

DMF – Document Management Framework

Responsável pela definição, elaboração, persistência e versionamento de documentos. Assiste na criação, gerenciamento e visualização de templates, guidelines, checklists etc., assim como de documentos de definição/especificação, planejamento, programas, projetos etc. Encapsula tecnologias/formatos como Microsoft™ Word, Adobe™ PDF, web pages etc.

Assim, ao invés de diversos documentos com conteúdo potencialmente dessincronizados, estaremos sempre apresentando [visualizando] o mesmo conteúdo, sob diferentes formas.

clipNote

Preceitos:

  • O conteúdo tem prevalência/precedência sobre o formato.
  • Estrutura e conteúdo são armazenados em DB
  • Relacionamento com pacotes (kits)
  • Relacionamento com usuários/stakeholders (permissão de acesso, modificação etc)

Nos desculpe, portanto, se as coisas estão um pouco confusas e bagunçadas no momento. É que ainda estamos “em obras”, e muito no começo de nossos esforços. Em breve, com o progresso de nossas atividades, as coisas adquirirão contornos mais claros e bem definidos; o que, por seu turno, garantimos, irá propiciar a mesma “simplicidade e facilidade (de uso e de entendimento)” também nas camadas mais internas da solução. Estamos trabalhando diligentemente para tanto.

E com isso concluímos, por ora, a nossa abordagem mais estrutural do EAGLE. Vejamos agora, como o EAGLE pretende contemplar os seus requisitos funcionais, como serão tratados os dados estruturais, e quais são os seus principais processos de governança.

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Sobre scripts, schemas e mapeamento →

Definição de termos e aplicabilidade.

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