Projeto EAGLE

Apresentação

Quando foi que perdemos o com.passo?

Aonde estão as chaves?

De minha primeira Grande Visão

A Informação em Perspectiva

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Contexto, premissas e principais artefatos

Principais processos e responsabilidades

Principais Axiomas e Postulados Estruturais

Principais Axiomas e Postulados Funcionais

O Projeto EAGLE e os Databases

Índice

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Contexto é pré-requisito para compreensão e entendimento. A qualidade do que entregamos, de nossos “produtos”, representa e testemunha não só as nossas qualificações profissionais, como também a nossa própria imagem empresarial e mercadológica.

Assim, “se for para fazer, façamos direito e com qualidade, desde o início”. Esse é o nosso lema. “Abaixo o retrabalho!” Nossas iniciativas profissionais devem (sempre) tomar emprestado da OOP o princípio “aberto para extensão, fechado para alteração”; ou seja, podemos acrescentar e/ou descontinuar funcionalidades; e nunca jamais em tempo algum modificar o que já foi testado, aprovado e entregue.

E quando defendemos estratégias de desenvolvimento e/ou implementação que utilizam protótipos, estamos nos referindo a protótipos evolutivos, não descartáveis (que, acredite, nunca são tão descartáveis como pretendem). De mais a mais, qualidade é e será sempre requerimento e pré-requisito, para sempre inegociável; dado que representa um de nossos principais diferenciais mercadológicos.

Estendendo a nossa visão

Descreveremos agora a nossa proposta com maior ênfase na governança de dados corporativos, considerando mais especificamente um dos frameworks que compõem o Projeto EAGLE; o qual, pode ser descrito como um “meta-framework”; um framework que regula, orquestra e monitora diversos outros (sub)frameworks, cada qual com responsabilidades específicas e especializadas.

E um deles, é claro, contempla os dados corporativos; vamos chama-lo de DGF – Data Governance Framework, por ora; e vamos procurar tratá-lo como se fosse uma solução isolada e [quase] completa; abordando os aspectos que julgamos mais importantes, fundamentais e/ou relativas às questões apresentadas.

É oportuno deixar claro que tudo o que foi exposto anteriormente em relação à “Estratégia de Aquiles” será contemplado pelo DGF; com todos os artefatos ali descritos, como databases, processos, políticas, regras de negócio etc. Neste sentido, o que vem a seguir estende e detalha um pouco mais tal estratégia; enquanto busca complementá-la, introduzindo novos conceitos e artefatos, até agora não considerados.

Estruturalmente, grande parte dos “conceitos” contemplados pelo projeto EAGLE pode ser representado pelo seguinte modelo básico:

EAGLE Basic Object Model

Figura 1. EAGLE – Basic Object Model

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Premissas Estruturais do Modelo →

Contexto, premissas e principais artefatos.

Perceba que todo esse papo de framework, metodologia, artefato, flexibilidade, qualidade, versionamento, requerimento etc., são “transparentes” para o usuário final. Tudo o que se quer é uma maneira simples e confiável de gerenciar (e gerenciamento pressupõe monitoramento e controle; o que por sua vez implica em definir, organizar/estruturar e administrar] os inúmeros recursos de TI da organização, certo?

Funcionalmente, portanto, o seguinte diagrama representa a visão geral do projeto EAGLE, sob a perspectiva de seus principais processos de governança e de desenvolvimento de “valores” (assets) corporativos:

EAGLE PGR

Figura 2. EAGLE – Visão Geral

data green

Route      = Process;
Definition = Specification;
Forecast   = Plan;
Kit        = Package
---------------------------
As cores e descrições dos pacotes (kits) são meramente 
ilustrativas; e representam vários dos estados (status) 
assumidos por um determinado kit ao longo [de parte] do 
seu ciclo de vida.

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Principais processos e responsabilidades →

Um banquinho e um violão (e a partitura e o microfone). Interfaces de usuários acessíveis e intuitivas e o mínimo de cliques e entrada de dados, de um lado; com saídas úteis (relatórios e dashboards claros, completos e objetivos – detalhados e consolidados; e customizáveis, de preferência) e uma “inteligência” digna do século XXI, pelo menos (alertas, timelines, indicadores de desempenho, mapeamento de dependências, etc.), por outro lado. Certo?

O EAGLE se propõe a oferecer tudo isso. Mas como mencionamos anteriormente, é complicado construir/forjar o simples, abstraindo [sem negligenciar] a complexidade. Parafraseando Caetano, de perto nada é tão simples (ou fácil, como parece).

best sign

É nossa responsabilidade garantir – e primar por – simplicidade e facilidade (de uso e de entendimento); bem como outros requerimentos, como qualidade, escalabilidade, segurança, performance etc.; camada após camada após camada, dia após dia.

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Principais Axiomas e Postulados Estruturais →

Algumas definições de frameworks, databases e UIs (user interfaces) do EAGLE (first-draft).

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Principais Axiomas e Postulados Funcionais →

Regras iniciais e procedimentos fundamentais do projeto EAGLE.

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O EAGLE e os databases →

Principais cenários de desenvolvimento (draft processes)

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