Projeto EAGLE

Apresentação

Quando foi que perdemos o com.passo?

Aonde estão as chaves?

De minha primeira Grande Visão

A Informação em Perspectiva

Os Dados do Passado

A Informação do Presente

O Futuro da TI

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Índice

A Informação em Perspectiva

A Empresa (o sol) e os “seus” Dados (a lua).

Se me perguntarem o que eu acho mais importante em uma empresa (produtos, serviços, processos, pessoas, infraestrutura, ferramentas, parceiros, dados, software etc), eu me recusaria a dar uma resposta fácil – que simplesmente apontasse para um destes fatores, ou mesmo que os hierarquizasse ou priorizasse.

Daí, por alguma razão eu me lembrei do filme Feitiço de Áquila. Já vistes? Por causa de um feitiço, um casal não pode mais ficar junto, já que um se transforma em uma águia enquanto é dia e o outro em lobo, enquanto é noite. Conseguem apenas trocar um olhar, por um seguindo, ao alvorecer e no crepúsculo. A estória faz referência ao mito do casamento do sol e da lua (yang e yin, masculino e feminino, Hélios e Vesta, etc.). A “ascensão” de um sempre implica no “declínio” do outro. A mensagem aborda então o paradoxo comunhão–oposição; dependência–fundamento; distância–intimidade.

Pode-se até compreender a tendência [natural?] de formação dos assim chamados “silos empresariais”. Um grupo [de “pessoas”] é especialista em dados, outros em processos e assim por diante. Pode-se entender ainda porque muito se fala – e pouco se faz – sobre integração, multi-disciplinar-idade, trans-disciplinar-idade etc. A minha “visão” vai, é claro, neste sentido; talvez ultra-passando-o… A minha “vocação” [chamado] e a “missão” de minha empresa [e/ou de meus empreendimentos] também é e tem tudo a ver com integrar; não no sentido de uni-ficar, mas no de uni-ir… Ou seja, disponibilizar/prover/forjar [ainda não encontro um (meio)termo de fato apropriado] uma “interface” comum, que forneça um sentido de uni-idade a todas essas “disciplinas”. Não apenas teoricamente [what], mas também concretamente [how].

Por que? Porque eu creio que só assim conseguiremos – todos nós que “integramos” uma empresa ou empreendimento – nos comunicar [e nos entender, respeitar, valorizar etc.] de fato. E porque eu sei que “os semelhantes se atraem” e que coisas boas atraem coisas boas, posso antever um salto qualificativo quer nos ambientes profissionais e corporativos quer no resultado dos “esforços” de suas “equipes”.

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Os dados do passado →

Entre mainframes, PCs e desafios.

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A informação do presente →

À era das redes e dos excessos.

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E o futuro da TI →

Cabe a nós decidir em que investir

Antes do início e depois do fim (a infra, a ideia, a necessidade…, a pessoa)

Começamos este texto nos referindo às empresas e seus dados, traçando uma analogia dos mesmos com o sol e a lua. Então, após considerar o feitiço de Áquila e o drama de Aquiles, descrevemos suscintamente parte da evolução da tecnologia da informação (TI), conforme o nosso próprio testemunho.

É inútil e infrutíferra, contudo, essa reflexão se não formos capazes de contextualizar pragmática e significativamente tudo o que foi exposto até aqui de uma forma bem concreta e paupável. Acontece que tanto o nosso “sol” quanto a nossa “lua” só começam a fazer algum sentido quando considerados – primariamente – de uma perspectiva “terrena”, “humana”.

Devemos nos dar conta de que tudo o que foi aqui colocado “depende” (“nasce” e provém) de determinados dispositivos eletrônicos, apropriadamente “configurados”, aos quais no conjunto damos o nome de infraestrutura (de rede, inclusive).

Antes, porém, quer para administrá-los quer para “consumir” os seus “produtos”, estruturamos espaços físicos e/ou ambientes lógicos (departamentos, áreas, etc.) [que geralmente também são classificadas de infraestrutura]; bem como definimos papéis, responsabilidades e atribuições funcionais para aqueles que se posicionam em tais locais (sites).

E, por fim, tudo isso “nasce” (e se origina) de iniciativas e decisões de algumas poucas pessoas, bem como de sua fidelidade a “certas” [determinadas, mas quase nunca “bem definidas”] causas: ideias e “visões”; devidamente amparadas por estratégias e metodologias (mais ou menos formais, institucionalizadas e/ou mesmo explicitamente reconhecidas como tais).

Fundamentalmente então, a nossa proposta, propósito e missão é – em certo sentido, muito real e fidedigno – “resgatar” (revisitar, recuperar) toda essa épica “saga” histórica; recriar os seus passos e retraçar as suas rotas; desta vez de forma mais consciente, responsável, profissional e sustentável; enquanto evitamos os seus agora já bem conhecidos obstáculos, descaminhos e armadilhas.

E tudo começa mais ou menos assim: 

  1. Informar [definir, cadastrar, estruturar, …] quem “faz” o quê, e onde o faz (pessoas e papeis, infraestrutura física e/ou lógica);
  2. Informar o que há para se “fazer”, para ser feito (bem como o que já foi feito e os “planos” para o futuro);
  3. Informar restrições, regras, normas e [procedimentos-] padrões a serem observados [como]. Ou seja, definimos [claramente] e posicionamos [estrategicamente] nossas ideias, visões e prioridades – consubstanciadas na forma de programas (“system of services, opportunities, or projects, usually designed to meet a social need”, link); começamos a “contextualizar” as nossas “intenções” e suas justificativas [porque].
  4. Daí detalhamos nossas estratégias e programas [quanto], enquanto contemplamos os projetos [quando];
  5. E assim por diante…

Tal resgate [e/ou redesenho, redefinição, r.evolução] justifica, inclusive, o requerimento de flexibilidade, a fim de “acomodar”, contemplar e satisfazer a diversos e distintos modelos e soluções pré-existentes – numa espécie de “backward compatibility” [desde que contribuam e se alinhem a determinados – e bem conhecidos – propósitos e objetivos]. Daí, também, a “orientação” holística, orgânica, natural, includente, contextual, transparente (com foco na visibilidade, no conhecimento compartilhado), e estrutural – voltada para a descoberta, definição (formalização, institucionalização, “reconhecimento”) e catalogação de recursos e artefatos de negócio, bem como de seus “relacionamentos” e dependências.

Trata-se de uma espécie de “RBRMS – Relational Business Resources Management System”, ou “RCAGS – Relational Corporate Asset Governance System”, na “língua” dos DB; ou uma espécie de “rede corporativa”, no idioma” “social. Assim como os nossos DBs (que deram tão certo), o Projeto EAGLE se baseia fundamentalmente em duas grandes “dimensões”: uma estrutural [estado] e outra funcional [comportamento] – com esta última dependendo e derivando da primeira, é óbvio.

Assim como as nossas redes sociais, todos os nossos “nós” [usuários, recursos, artefatos etc.] têm a noção exata de quem estão seguindo [dependências downstream], quem os estão seguindo [dependências upstream]; a que grupos pertencem [macro-processos, linhas de negócios, programas, estratégias]; como, quando e o que – exatamente – estão comunicando [que mensagens e informações (dados) estão trocando entre si]; etc.

E ainda mais. Assim como as coisas ruins, as coisas boas também quando começam a chegar sempre se multiplicam – é o tal do “círculo virtuoso”. Quer ver (São Tomé)? Visibilidade e controle de requerimentos, regras e políticas; monitoração e controle instantâneo [just-in-time, real-time] de qualidade (medidas de desempenho); mapeamento qualitativo, quantitativo e posicional de recursos de negócio (analysis and reportig services), e sua respectiva evolução (timelines, gráficos de linha etc); simulações pré e pós implementação; subsídios a processos de tomadas de decisão; etc. Tá bom, ou quer mais? Por hora basta, né?

Estamos convencidos de que só assim pode[re]mos pensar em estabelecer e/ou forjar algum tipo de integração, alinhamento e sinergia que seja de fato sustentável, que se “auto-(e-retro)-alimente”. É complicado? Sim, e não. É simples? Não, e sim. É desafiante, motivador e gratificante? Sem dúvida! Por que? Simplesmente porque faz sentido. É lógico, tem lógica.

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Tanto psicólogos quanto outros profissionais da área médica concordam que tratadas [resolvidas] as causas da doença, a saúde tende naturalmente a se manifestar. Ou seja, é da natureza da saúde (da alegria, do bem estar,…) se manifestar sempre que o ambiente lhe é favorável, e desde não haja restrições e/ou impedimentos.

E tratamento implica em limpeza, remoção, reeducação. As feridas têm que ser expostas. Vai sangrar e doer. Mas a alternativa – insistir em nosso costumeiro e atual “modo”, que nega, reprime, negligencia e esconde a verdade e a realidade – não mudará em nada o “quadro” [cínico; oops: clínico] atual, por mais que se maquie o doente [quase defunto]; por mais adornos e adereços, fragrâncias e perfumes se lhe acrescente [o pobre “coitado” vai continuar sofrendo, apodrecendo por dentro, e fedendo cada vez mais].

Até que se tome uma atitude e se assuma uma postura responsável, ética, profissional, humana, honesta, e saudável; ainda que ousada e ambiciosa, a princípio. Com o tempo, e principalmente após colhidos os primeiros frutos, e com os primeiros sinais de saúde começando a se “manifestar”, a resistência tende a diminuir e a adesão a aumentar, proporcionalmente às melhoras apresentadas e benefícios gerados. De mais a mais, uma implementação bem sucedida da Estratégia de Aquiles (cf. descrita acima), por exemplo, já terá nos proporcionado caminhos bem pavimentados, aos quais poderemos agregar valor, recursos e funcionalidades; amparados pelas lições [devidamente registradas nos repositórios apropriados] e experiências colhidas desde então.

E como diz o outro, já não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”… E você? Está pronto? Disposto? Comprometido? Até que ponto?

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