Projeto EAGLE

Apresentação

Quando foi que perdemos o com.passo?

Aonde estão as chaves?

De minha primeira Grande Visão

Revolucionando a Gestão Teconológica

A Metáfora do Elefante

Em Busca de Equilíbrio e Lucidêz

Cloud Computing

Encarando a nossa realidade

A Informação em Perspectiva

O Projeto EAGLE e os seus Dados

Índice

De minha primeira Grande Visão

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Revolucionando a Gestão Teconológica →

Conheça as abordagens ITaaC – IT as a Company e CaaC – Company as a Client de gestão de ativos tecnológicos.

Gradualmente estamos começando a perceber o fato de que é urgente que a área de TI deixe de ser apenas um departamento funcional de suporte às linhas de negócios corporativos (LOB – Line of Business), passando a participar ativamente na cadeia de decisões e planejamento organizacionais estratégicos.

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A Metáfora do Elefante →

É necessário compreender o que está tomando muito espaço e cheirando mal.

Para tanto, é fundamental que a área de TI “se profissionalize”, que deixe de ser apenas mais um “centro de custo” – com células e/ou projetos (muitas vezes desconexos) – para se transformar em um “centro de excelência”, com bem definidos e claros objetivos, metas e estratégias – de curto, médio e longo prazos – regulados por sólidos requisitos e procedimentos de gestão.

É preciso que “tomemos do nosso próprio remédio”. Ocorre que vivemos de vender as nossas “incríveis” capacidades e competências em modular e automatizar processos, otimizando ROIs, TTMs e TCOs, a nossos tão “caros” clientes; enquanto que – em nossos próprios processos internos – ainda teimamos em continuar lançando mão de planilhas, white boards e documentos de texto, como ferramentas “normais” de trabalho. Meio incongruente, não é? Eu sinceramente não entendo… “Faça o que digo, não o que faço”? Precisamos acabar com esta estória (“fiada”) de “casa de ferreiro, espeto de pau”. Ademais [e acho que isso é de conhecimento comum], Qualidade – para ter e/ou ser valor – precisa ser quantificada, mensurada, e monitorada, constante e repetitivamente; senão, se perde.

Existem contudo muitos perigos mais ou menos ocultos (pitfalls) dos quais devemos tanto ter conhecimento como estratégias operacionais (e/ou gerenciais). É claro que muitas vezes não podemos prever fatores externos que “por vezes” nos assaltam inesperadamente. Mas quando as nossas falhas em lograr sucesso começam a se apresentar mais como regra do que como exceções, é sinal de que ainda temos muito sobre o que refletir [e alguns riscos a mitigar].

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Em Busca de Equilíbrio e Lucidez →

O bom, o ruim, e o necessário em relação às iniciativas Agiles.

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Cloud Computing →

É preciso contemplar a fragilidade de nosso próprio ambiente de TI, antes de partir para uma iniciativa ou solução mais “arrojada”.

Trata-se fundamentalmente de cultivar e/ou fomentar uma cultura organizacional consistente e orientada – de fato [e não meramente como uma abordagem demagogicamente publicitária] – a processos e procedimentos, internos, de qualidade [também para a área de TI].

Recapitulando…

Não basta que gerências (de todos os níveis), analistas de negócio e/ou de processos, e analistas de sistemas e/ou desenvolvedores estejam todos altamente motivados e bem-intencionados, e totalmente comprometidos com os seus “próprios” processos (isolados, des.integrados entre si) de integração – é preciso unificar, “integrar os processos de integração” da organização como um todo, em um todo coerente e (bem, digamos…) “integrado”.

É preciso acabar com essa conversa-mole de “faça o que eu digo, não o que eu faço”. Devemos “tomar do nosso próprio remédio/veneno”, e – armados de honestidade, coragem, persistência e paciência – modelarmos os nossos próprios processos. Os nossos processos de modelar processos. É aqui que está o “pulo do gato”, e que “a vaca torce o rabo”.

Mui bem intencionados, e sinceramente convencidos de seu valor, continuamos a implantar os nossos processos, serviços e produtos de software quase que indiscriminadamente, totalmente confiantes na excelência do “modelo” que estamos implementando e entregando; enquanto nos recusamos – terminantemente – a modelar (automatizar, monitorar, controlar, auditar, …) os nossos próprios processos internos [preferimos ficar com as nossas planilhas, ignorando os seus limites e “vocação” (o Excel não foi projetado para isso…)]. Mas, como dizem: no dos outros é refresco… [A propósito: como será que reagiríamos se soubéssemos que os nossos processos e aplicações estivessem sendo usados para outros fins ou de maneira, no mínimo, inapropriada – ainda que, a princípio, inofensiva; se soubéssemos que o fruto de nossos esforços estivessem sendo “subutilizados”, dado o seu propósito original e o seu real valor.]

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Encarando a Nossa Realidade →

Cedo ou tarde teremos que contemplar o conceito e os preceitos de uma governança corporativa verdadeiramente profissional.

Os nossos próprios processos internos, de desenvolvimento, gestão e evolução de recursos de TI, devem ser todos muito bem modelados, implementados, exaustivamente testados, geridos com responsabilidade e bem controlados – antes sequer que sejamos dignos de oferecer os nossos serviços.

Uma imagem que me vem à mente: você confiaria o seu filho [valor, recurso] a um professor de português [profissional, vendor] que escreve mal e só fala gírias; ou seja, que parece desconhecer o que pretende ensinar? Ou, por outro lado, não seremos nós muito mais competentes – e, por consequência, confiáveis, valorosos e valiosos – quando tivermos submetido a nós mesmos às mesmas circunstâncias e experiências às quais os nossos clientes são submetidos enquanto estão sob o nosso “domínio”; ooops, desculpa: … às quais os nossos clientes são submetidos quando “adotam” os – ou são adotados pelos – nossos processos?

Enfim:

Os objetivos de nossos esforços buscam efetivamente “convergir” para um propósito mútuo e compartilhado de sucesso – confiabilidade, segurança, visibilidade, controle – continuamente retroalimentado por preceitos, padrões e boas práticas comprovadamente eficazes. Espero sinceramente que não tarde o dia em que nossas reuniões de alinhamento sejam mais uma fonte de expectativa-inspiração-e-satisfação do que de stress-ansiedade-e-frustração. Estou absolutamente convencido de que isso é tanto factível como muito mais lucrativo – em todos os sentidos, e para todos os envolvidos; embora tema que ainda vamos “bater muita cabeça”, e desperdiçar muitos talentos e valores, em todos os sentidos. Ainda assim eu prefiro e quero e escolho optar por e apostar em uma proposta como a descrita aqui, por mais paradigmática, controversa e desafiadora que seja.

Estou convencido de que no dia em que compreendermos que conceitos como alinhamento, sinergia e melhores práticas (e padrões) são muito mais do que meros instrumentos de marketing (e/ou de “política empresarial”); e começarmos a – séria e diligentemente – considerá-los, instrumentalizá-los e implementá-los de forma “técnico-profissional”; neste dia então estaremos todos mais perto de uma realidade mais digna e satisfatória, para todos os stakeholders, a despeito de seu perfil ou descrição funcional.

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A Informação em Perspectiva →

A evolução do tratamento de dados no contexto da TI.

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