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Pessoas não deixam empresas, deixam gestores

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Pessoas não deixam empresas, deixam gestores

[ Valter C. | BVE – Brasil Vagas Executivas ]

Pessoas não deixam empresas, deixam gestores

Mercado aquecido, volta à guerra por talentos e também a busca desesperada de ferramentas, metodologias e ações de curto prazo que (acreditamos) garantirão a tão desejada retenção de talentos. Estas metodologias e ações existem e de fato…

Acontece que nossa “cultura” empresarial predominante não tem acompanhado o ritmo da “evolução” tecnológica – não porque não queira ou não se esforce [muito], mas porque des.conhece “direção” apropriada.

Tal des.com.passo/des.norte.amento tem gerado um sem número de ofertas (“ferramentas, metodologias” etc.) – às vezes [supostamente] “integradas” – que só têm contribuído para o crescente estado de confusão de nossas “ações” e estratégias atuais. A uma velocidade cada vez maior.

Temos “mudado” muito, e muito rapidamente; mas não “evoluimos”. Falamos [vendemos] muito, e entregamos pouco [valor]; coletiva e individualmente. “A diferença está na forma como agimos.” Ponto. E a forma como agimos deriva de como nos posicionamos, que deriva de nossas motivações; que deriva de incentivos, valorizações e respons.abilidades…

Temos sido muito influenciados pelo marketing; cuja função é vender (muito), não entregar (qualidade); e os termos “talento” e “meritocracia” – que parecem ser o tema central desse “painel” – a meu ver não passam [ainda] de meros instrumentos de mkt.

Antes de mudar, temos que parar [para re.pensar]: re.avaliar, re.posicionar, r.evolucionar. Um passo atrás, e um nível acima: perspectiva e contexto; a fim de com.seguir “visão” e “estratégias” mais a.curadas.

Para mim, conceitos como gestão, monitoramento e controle são indissociáveis. Vendemos “qualidade” (talento = pessoa [colaborador | prospect] + qualidade); mas não existe qualidade sem controle, controle sem monitoramento, ou monitoramento sem “sabedoria” – que deriva de experiência, que deriva de conhecimento, que deriva de aprendizagem (contínua), capacidade [pessoal] e competência [profissional].

Mas não temos “tempo” ou interesse em re.ver nossas mentalidades/posturas. Dá “trabalho” e é arriscado sim, já que pode comprometer o nosso “status quo”. Então continuamos cegamente a “orientar” [e aqui também incluo coaching e mentoring] e a cultivar algo que poderíamos rotular de “nossa preciosa cultura de cegueira corporativa”. Des.equilibrados, já que amparados por frágeis fundamentos, exigimos muito, e sempre; enquanto oferecemos pouco, porque no fundo, de fato, não estamos muito certos do que temos, ou somos.

Alguns “lembretes”, de meus [e.ternos] gestores/orientadores/mestres:
• “A teoria, na prática, é outra.” [Um de meus primeiros gestores]
• “Um olho no prato, outro no gato – sempre.” [Um verdadeiro maestro (de coral)]
• “Sua alma, sua palma.” [Meu pai]
• “Confie em Deus, mas amarre o seu camelo.” [Sabedoria árabe]
• “Pau que nasce torto, morre torto.” [Sabedoria popular]
• “Lixo é uma coisa certa no lugar errado.” [Sabedoria popular]
• “No pain, no gain.” [Sabedoria popular]
• “Quando apontamos um dedo para o outro, apontamos três outros para nós mesmos.” [Sabedoria popular]

E de um grande mentor:
• “A cada um segundo as suas obras.”
• “Não se colhem figos dos espinheiros.”
• “Cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto.”
• “Não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto.”
• “Da abundância do seu coração fala a boca.”

Nada de novo, não é? Na verdade, nós já sabemos de tudo isso. O tempo de plantar e colher insucessos é passado. De tanto patinar no mesmo lugar e andar em círculos, começamos a perceber as falácias de nossos argumentos e as armadilhas em que nos metemos.

Estamos ficando cansados de tanta “cortina de fumaça” e de muito papo [furado]. Já não basta ficar “olhando a morte da bezerra”, “esperando a banda passar”. E sabemos que não se trata de ficar procurando culpados [ou “bodes expiatórios”] e insistir em hábitos contraproducentes e atitudes inconsequentes. Não ganhamos nada com isso, e nem vamos, enquanto não começarmos a [nos] r.evolucionar; a “afinar o instrumento”, “de dentro pra fora, de fora pra dentro”.

Parece que agora é levantar, assumir a realidade de nossa situação, e recuperar o nosso próprio valor [auto-estima], o qual temos oferecido por tão pouco. Embarcar na nave de nosso conhecimento compartilhado e, enfim, começar a remar e a rumar na mesma “direção”.

Informação, conhecimento e tecnologia temos de sobra. O que nos falta[va] é coragem, ousadia, vontade, comprometimento, persistência e dedicação; caráter, dignidade, ética e profissionalismo. Mas consciência demanda e implica em ação; e nossas apatia, inércia e indecisão já não se justificam ou se sustentam.

Não será fácil, nem rápido, indolor, ou barato; mas será [sempre, muito] gratificante. Será necessário reabrir velhas feridas, fazer assepsia, dar alguns pontos, e esperar sarar. Preparar a terra boa, plantar as sementes certas, regar e adubar, e esperar crescer. Desconstruir estruturas, reciclar entulhos, enfrentar desafios, superar obstáculos. Suplantar paradigmas, suplantar culturas, remodelar hierarquias.

Novos conceitos, princípios e disciplinas; novas metodologias, modelos e plataformas. Novos rumos, novos tempos. É tempo de ter tempo, para a gente. Quer no modelo de três ou de sete “P”s da metodologia Six-Sigma, por exemplo, as pessoas são sempre posicionadas em último lugar [quase como que um “mal necessário”]. E nos tradicionais modelos tradeoffs, de tomadas de decisões corporativas, sequer somos representados.

Mas estamos lá, o tempo todo: no começo, no meio, no fim; a cada passo do caminho, a cada etapa do “processo”. Somos nós que criamos, inventamos, construímos, vendemos, compramos e consumimos. E somos simplesmente importantes demais para sermos ignorados, convenientemente considerados ou superficialmente contemplados.

Independente de nossa atual posição ou função (gestor, RH, mkt…), não faz sentido ficar jogando pedras uns nos outros, como se fossemos os mais inocentes dos seres. A psicologia (AT – Análise Transacional) propõe um modelo de interação social simbolizado pelo triângulo Vítima-Perseguidor-Salvador (proposto por S. Karpman). Os estudiosos são unanimes ao afirmar que vítimas se tornam salvadores, que se tornam perseguidores, que se tornam vítimas; ou seja, tendemos a mudar de papel, enquanto mantemos o “jogo” [e o padrão, modelo, paradigma] psicológico.

E eu não acredito que seja isso o que estamos buscando. Não mais. Acho que, no fundo, queremos “transcender” os nossos atuais círculos viciosos, com seus velhos dramas e tragédias. Creio que já estamos maduros o suficiente, para deixar para trás esses jogos de criança, com seus arcaicos padrões infantis. Já estamos prontos para encarar a nossa realidade de frente (ao invés de ficar [so.mente] reclamando, criticando, se lamentando), forjar o nosso próprio futuro, e des.cobrir as alturas e as profundidades de nosso próprio “presente”, com a inteireza e a integridade de todo o nosso ser.

Acho que já crescemos o bastante. Agora é – realmente – evoluir. Deixar de focar problemas, medos e ansiedades; e começar a enfatizar o poder de nossas verdadeiras potencialidades e possibilidades, com paixão e entusiasmo. Afinal:
• “Sem tesão, não há solução.”
• “Navegar é preciso, viver não é preciso.”
• “Uma grande jornada sempre começa com o primeiro passo.”
• “O melhor lugar do mundo é aqui, e agora.”

Eu mesmo tenho uma proposta de “projeto” que contempla tudo o que tenho expressado até agora (e muito, muito mais). Mas isso já é outro assunto, para outra hora, já que ultrapassa o escopo e o objetivo da questão aqui proposta (embora a contemple).

É isso.
Muito obrigado pelo seu tempo e atenção.

Paz e amor, saúde e alegria;

Satisfação, realização e sucesso,

A todos [nós]!

Capparelli [ ago 2012 ]

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