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Até que ponto o líder de TI precisa ter conhecimento técnico?

[ Horácio Fialho | TI Brasil ]

Há anos a expressão “alinhar a TI com os negócios” está presente na mídia, em fóruns, dentro das empresas. Não existem estatísticas recentes disponíveis, mas uma pesquisa da consultoria Forrester Research em 2005 apontou que 39% dos CIOs em grandes empresas não estão vindo da área de TI.

Afinal, isto é bom ou ruim? Para Howard Baldwin, articulista da CIO EUA, depende de como a empresa conduz este processo – “Será que o CIO deve saber programar?

E você, o que pensa disto?

Compartilho da “visão” do André de “que a área de TI deixe de ser uma área apenas de suporte, mas passe a fazer parte das decisões e do planejamento estratégico da corporação”, lembrando que – neste cenário – é fundamental que o gestor não só tenha conhecimentos técnicos aprofundados como também esteja “up to date”, em relação tanto às últimas tendências de mercado quanto às melhores práticas, “business cases” de sucesso etc. E acho que isso ainda não é tudo…

Creio que é fundamental que a área de TI se profissionalize, (digo) que deixe de ser mais um “centro de custo” – com um punhado de células e/ou projetos muitas vezes disconexos – para se transformar em um “centro de excelência” – com claros e bem definidos objetivos, metas e estratégias de curto-médio-e-longo-prazos, fundamentados em sólidos requisitos e procedimentos de governança.

[Chamo a isso de “SaaC-CaaC – software as a company, company as a client – governance approaches”, sobre o quê eu escrevi um texto recentemente].

É preciso, ainda, que “tomemos do nosso próprio remédio” (ou veneno). Ou seja: vivemos de vender as nossas “incríveis” capacidades de modular e automatizar processos e de otimizar ROIs, TTMs e TCOs; enquanto, em nosos próprios processos internos, ainda teimamos em continuar utilizando planilhas, white boards e documentos de texto como ferramentas diárias de trabalho. Meio incongruente, né? Que é? “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço”? Precisamos acabar com esta estória de “casa de ferreiro, espeto de pau”.

Tiago, Giovani, acho que qualidade, para ser/ter valor, precisa ser quantificada, mensurada, e monitorada; senão, se perde…

Horácio, acho que no dia em que compreendermos que conceitos como “alinhamento”, “sinergia” e “melhores práticas” (e padrões) são muito mais do que meros instrumentos de marketing (e/ou “politica empresarial”) – e começarem a ser séria, diligente e “profissionalmente” considerados, instrumentalizados e implementados; neste dia então estaremos todos a caminho de uma realidade mais digna e satisfatória para todos os stakeholders, a despeito de seu perfil ou descrição funcional.

In Lackesh’

Capparelli [ jun 2012 ]

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