Casos de uso ou User stories

Do impacto desses artefatos na qualidade final do produto ou serviço de software.

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Imperdível!!!

Offering Description:

Eu estou atualmente em busca de empresas orientadas para o sucesso, através de atividades profissionais diferenciadas, comprometidas com e focadas em resultados de qualidade e aprimoramento contínuo.

Visão:

O estabelecimento de uma sólida parceria de negócios, fundamentada no alinhamento de valores e interesses mútuos, bem como na satisfação continuada de todos os clientes (internos e externos) e associados (stakeholders).

Objetivos:

  • Desenvolvimento, análise, especificação, arquitetura e consultoria em produtos e serviços de TI (com a utilização de tecnologias .NET);
  • Prestação de serviços qualificados, diferenciados, e totalmente comprometidos com os objetivos estratégicos dos clientes, bem como com:
    • Suas respectivas metas e requerimentos de processos, e
    • As especifiações de projetos e iniciativas de desenvolvimento e manutenção de software e processos de TI a eles relacionados.
  • Best practices and patterns.

Projetos e Processos:

  • Desenvolvimento, análise e arquitetura de produtos e serviços de software e de TI;
  • Automação de processos de desenvolvimento e gestão de software, governance (gestão do ciclo de vida de produtos/serviços de TI), software quality assurance;
  • Otimização de processos e metodologias de desenvolvimento de sistemas (MDS);
  • CI (continuous integration), ALM (asset lifetime management), APM (agile programming model), AOP (aspect oriented programming), SOA (service oriented architecture), DDD (domain-driven design), BDD (business-driven design), etc.

Targeted Company Profile:

E esse é perfil que eu espero encontrar, as características que quero encontrar – ou ajudar a construir – em meus ambientes de trabalho.

Missão:

Significativo e notável crescimento sustentável, através da contínua satisfação e evolução qualitativa e quantitativa de todas as pessoas.

Estratégias:

  • Ênfase em aprimoramento e aprendizagem contínuos;
  • Ambientes de trabalho colaborativos, desafiantes e proativos;
  • Foco no alinhamento com a área de negócios, parceiros, fornecedores, clientes e usuários.

Valores:

  • Qualidade, produtividade e rentabilidade;
  • Equipes motivadas, coesas e comprometidas;
  • Responsabilidade social e valorização humana;
  • Relacionamentos baseados em honestidade, ética, coerência, confiança e engajamento.

Candidate Profile:

Resumo Histórico:

Em mais de 20 anos trabalhando com TI, eu venho me dedicando principalmente (mas não exclusivamente) a padrões de arquitetura, modelagem, análise e codificação; com ênfase em produtos e tecnologias Microsoft, e nas melhores práticas em gerenciamento de projetos e desenvolvimento de software.

Tendo prestado serviços como desenvolvedor, analista, arquiteto e consultor em empresas de todos os portes, eu vivo em São Paulo desde 2003, colaborando sobretudo em corporações multinacionais dos segmentos bancário e de seguros, bem como para provedores de e-commerce.

Qualificações:

  • Motivação por novos desafios;
  • Comprometimento e dinamismo;
  • Criatividade na solução de problemas.
  • Trabalho em equipe, focado em qualidade e objetivos.
  • Pró-atividade, análise crítica, aprendizagem contínua e bom senso.
  • Membro registrado Registrado Microsoft® (Action Pack Development and Design);
  • Consultoria, análise, desenvolvimento, gestão, manutenção, treinamento e suporte;
  • Levantamento de requisitos, especificação, codificação e documentação de softwares orientados a objetos, eventos, serviços e processos (multi-camadas);
  • Desenvolvimento de softwares Business–Business (B2B), Business–Consumer (B2C) e Business–Employee (B2E); em ambientes abertos (internet, SOA), semi-abertos (extranet, remoting) e fechados (intranet, stand-alone);

Especialização:

  • Midleware;
  • Design Patterns;
  • Engenharia de Software;
  • Automação de processos;
  • Compliance e Quality Assurance;
  • Desenvolvimento de Frameworks;
  • Comunicação e Serviços (WCF) de TI;
  • Integração de componentes, aplicativos e soluções corporativas;
  • Padronização de processos e procedimentos de desenvolvimento de software.

Additional Information:

Type: Full time
Experience: Mid-Senior level
Function: Information Technologies and Services
Industries: Information Technologies and Services, Banking, Insurance, E-commerce, etc.

Veja mais aqui neste site, e no LinkedIn.
Ou contate-me por e-mail.

Será realmente uma honra receber um convite para compor a sua equipe e participar de seu processo de crescimento e evolução comercial.

Espero ter a oportunidade de ser-lhe verdadeiramente útil, através de minhas habilidades e competências, de meu comprometimento, dinamismo e dedicação.

A nossa parceria há de ser recompensadora e gratificante, vitoriosa e de muito sucesso. Que tal nos encontrar para conversar mais sobre o assunto?

Estarei à sua disposição para o que se fizer necessário. Será um grande prazer. Contate-me.

Muitíssimo obrigado pelo seu tempo e atenção, e até breve.

Abraços,

Carlos Eduardo Capparelli

Desenvolvedor, Analista, Arquiteto, Consultor .NET Senior
Produtos de software, serviços de TI e processos de negócio

Home | LinkedIn | E-mail.

Revolucionando a Gestão Tecnológica

Novas abordagens para a governança de TI.

en

Adaptado de “SaaC, CaaC Software Governance Strategies”.

Organizações que contam com a maioria de seus ativos e processos de negócios fortemente baseados em recursos de TI geralmente possuem um conjunto de artefatos de software proprietários, desenvolvidos internamente. Estes, via de regra, dependem de outros produtos (software-livres – de código-aberto – ou comerciais, adquiridos de terceiros), serviços, ferramentas etc.

Idealmente, “ativos de TI” tão valiosos, sensíveis e essenciais, são submetidos a rigorosas, sistemáticas e formalizadas avaliações periódicas, que monitoram e garantem a continuidade de sua qualidade. Além disso, tais recursos são projetados, desde o início, para permanecerem estáveis e “saudáveis”, através da implementação de estratégias de governança coerentes e eficazes, fundamentadas na regulamentação e na aplicação de comprovados padrões, normas e diretrizes.

Em tese, uma abordagem de gestão tão competente e diligente produz um conjunto bem definido e estruturado de artefatos interdependentes, posicionados oficial e publicamente como Portfólio Corporativo de Recursos de TI. Um tal “estilo” de governança conduz potencialmente ao melhor dos mundos: facilidade na manutenção, aproveitamento (reutilização) e melhoria (evolução) de recursos; fácil introdução e integração de novos recursos, ferramentas e tecnologias ao “panorama geral” da organização; além de otimização do tempo de disponibilização no mercado (TTM – Time to Marketing), retorno sobre o investimento (ROI – Return of Investiment), custo total de propriedade (TCO – Total Cost of Ownership).

Consideremos então algumas estratégias que podem – de fato – nos conduzir a tal destino, através da óbvia opção pelo “caminho certo”, raramente percorrido.

TI como uma Empresa

ITaaC – IT as a Company

Idealmente, todo recurso de TI deve ser projetado, desenvolvido, mantido e gerenciado sob padrões, normas, diretrizes e melhores práticas (políticas) bem definidas e fundamentadas. Princípios e procedimentos de desenvolvimento e de gerenciamento devem ser periodicamente revistos e, na medida do possível, automaticamente reforçados (auditados). A manutenção de sua qualidade deve ser continuamente monitorada e controlada; formal e sistematicamente. Clientes (ou consumidores) devem participar ativamente de cada fase dos processos de desenvolvimento, avaliação, manutenção, evolução e “aposentadoria”.

Além disso, deveríamos posicionar cada projeto de TI – desde o seu primeiro dia e ao longo de todo o seu ciclo de vida, como um empreendimento em si mesmo. Tomando uma reunião corporativa de conselho como exemplo, consideraríamos o mesmo tipo de questões ou interesses (concerns), como:

  • Quais são as nossas metas, em relação a este projeto, para o próximo ano (dado o atual contexto, estado de desenvolvimento etc.)? E para os próximos 2, 3, 5 anos?
  • Quais são exatamente a real necessidade, a relevância e o valor deste projeto? E como vamos representar tais conceitos, a fim de avaliá-los e medi-los com objetividade?
  • Os seus objetivos são viáveis? Se sim, que estratégias, políticas, restrições, padrões e normas devem ser adotadas? E como serão aplicadas, asseguradas e monitoradas?
  • Como devem ser posicionados os recursos de TI gerados por este projeto, no contexto geral de ativos de negócio (portfolio) da organização? Em que cenários se encaixam? Com que os outros recursos ou estratégias se relacionam?
  • Existem outras iniciativas similares ou contraditórias em uso?
  • Será que já tentou algo parecido antes? Se sim, quais foram os resultados, então? E por que não entraram em vigor na ocasião? Existem alguma “lição aprendida” que também deve ser considerada?
  • Existem outras alternativas? Se sim, quais são os seus prós e contras?
  • Quando e como esta iniciativa e seus resultados serão medidos e avaliados? Quais serão as regras e métricas que determinarão o seu sucesso ou fracasso?
  • Que planos, estratégias e procedimentos de contingência e mitigação serão necessários? Estão já em curso, totalmente testados e operacionais?
  • Como este projeto depende, impacta e / ou se relaciona com outros projetos pré-existentes? O que é necessário para se assegurar que não vai interferir (impactar) qualquer outro recurso? Como e quando isso vai ser testado, comprovado e documentado?

Além do mais, ao contrário de suas contrapartes na organização, projetos de governança de TI – com suas estratégias, processos, metas, regras e políticas – devem ser públicos, amplamente difundidos e bem conhecidos. Todos e cada um dos interessados devem saber, em detalhes: como é que a organização posiciona, valoriza e suporta os recursos de TI com os quais eu estou lidando?

Da perspectiva da arquitetura de software, eu visualizo recursos fundamentados em conceitos como POCO, N-Camadas, consulta-comando, padrões orientados a serviços e funcionalidades, mesmo quando esses padrões não são aparentemente necessário de imediato. Então – a partir de tal fundamento arquitetônico – vamos ampliar, melhorar e enriquecer os nossos projetos de desenvolvimento de recursos de TI – estejam eles relacionados a produtos e serviços de software e/ou a processos de negócios – de forma incremental, modularizado e iterativa, baseados em protótipos e em testes unitários, integrados etc.

[ Próximo tópico: Diretrizes fundamentais ]

Texto completo

Aonde estão as (nossas) chaves?

Em verdade, em verdade, os fatos são – sempre – simples. Mantenhamo-nos, então, simples:

Empresas e empreendimentos de qualquer porte ou segmento dedicam-se exclusivamente a um único propósito primário e …

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O triângulo, o círculo e as arestas da TI

No trade-off “Qualidade x Preço x Tempo de Entrega”, relacionado às dimensões do desenvolvimento de um novo produto ou versão de software, é tradicionalmente atribuida a executivos e patrocinadores (sponsors) a responsabilidade decidir qual delas é fixa (ou inegociável), qual é flexível (negociável) e qual é maleável (tipo “se der a gente faz; se não… a gente não pode prometer nada, aqui”).

A Metodologia Agile nasce como uma tentativa de solução do dilema exposto por esta chamada “Tríade de Ferro”. Com a utilização de várias técnicas advogam a “inegociabilidade” tanto da qualidade quanto do tempo de entrega (TTM – Time to Market). Trata-se sem dúvida de uma grande iniciativa, posicionando a “chave” para a resolução de tal dilema no escopo das atividades – e consequentemente, nas funcionalidades do produto final (deliverables).

Em iniciativas “Agiles”, o escopo é fixo no contexto de um sprint; e negociável fora do mesmo.

Sprint: Iteração de atividades de “produção”, verificação e validação de recursos de TI (processos, produtos e/ou serviços de software).

Em projetos de pequeno-médio porte, tal iniciativa tem se mostrado eficaz e eficiente, e o resultado final geralmente agrada a todos os envolvidos (stakeholders); com custo, prazo e qualidade sendo satisfeitos conforme esperado. O problema é que o mesmo não se aplica nem a empresas de grande porte (bancos, seguradoras, órgãos governamentais etc), nem a projetos críticos (áreas médico-hospitalar, aero-espacial etc).

Nesses casos, outras variáveis igualmente relevantes e fundamentais se apresentam, e devem ser cudadosamente consideradas, para o sucesso das atividades, do projeto, e dos negócios. Aqui, todo o processo de desenvolvimento, e o próprio projeto (per se) deve ser visto como um “produto”. É a isso que quero me referir ao usar expressões como “profissionalizar a TI”, “ITaaC – IT as a Company” e “CaaC – Company as a Client”.

Neste contexto, estendido, outras dimensões (ou “disciplinas”) como planejamento, especificação e documentação; versionamento, controle e monitoramento; governança, auditoria e compliance; tempo e ciclo de vida de bens (assets) de negócios; estratégias e táticas de segurança, mitigação e contingência de ocorrências; entre outras – também devem ser criteriosamente (sistemica e padronizadamente) consideradas, avaliadas, aplicadas e gerenciadas.

Autores como Erl (2011), Fowler (2011), Humble & Farley (2011) e Leffingwell (2011), entre tantos outros; têm se dedicado ao assunto e buscado estabelecer principios e diretrizes, metodologias e boas práticas no enfrentamento destas importantes – e (cada vez mais) urgentes – questões.

Por fim, vale ressaltar, como espero ter deixado claro aqui, que trata-se de um caso “essencialmente” de gerenciamento (estrutural, estratégico e político-administrativo); e não de liderança, com seus aspectos funcionais, táticos e técnico-operacionais.

E neste aspecto, cabe lembrar que – seja como for – o início, o meio e o fim de todo este esforço, e a razão de ser de todas as nossas iniciativas profissionais, sempre foi e sempre será o Ser Humano – que deve ser sempre o foco primário e prioritário de todos os nossos empreendimentos “de negócio”, a despeito de sua posição no organograma ou em nossos diagramas e modelos de arquitetura.

No final do dia e das contas, é o ser humano que dá sentido, propósito e significado aos nossos negócios, e que “garante” a qualidade e a continuidade de nossos sucessos. Ou fracassos, conforme escolhemos nos posicionar ética e moralmente.

Ético é dizer que é errado jogar lixo na calçada. [saber, ensinar, vender]

Moral é não jogar, nem quando não tem ninguém olhando. [educar, ser, viver]

Certo? Tem lógica? Faz sentido?

Fazendo a rotina caber na agenda

Como 7 presidentes de empresa fazem a rotina caber na agenda

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Liderança sem Gerenciamento não funciona

“Não existe forma de contornar e evitar essa parte da liderança chamada gerenciamento. Todo líder precisa assumir a responsabilidade pelo seu pessoal: dar ordens, monitorar o desempenho, corrigir falhas e recompensar bons resultados”. [Bruce Tulgan, 2007]

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